Vou...
Deixei o cais da multidão,
Da terra dos mortais, da confusão.
Navego sem farol, sem agonia,
Distante...
E vou nesta corrente, na maré.
No escuro da minha consolação,
Recordações no meio do mar e me seguem,
E fogem...
A minha solidão é loucura.
Ando numa via já impedida,
Uma viagem perdida,
Um navio à deriva, sozinho...
Não é grande o mal e pouco dura,
E quando afundar a minha vida,
Estará sob medida do mundo.
Um comentário:
Você é como uma aquarela - Para cada emoção, uma cor.
E que cores fortes, vibrantes, sofridas, e bonitas que tens.
Te amo.
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