
A nossa contagem de tempo já não é a do relógio, nem a do calendário ou a de qualquer outra folhinha,
É o crescimento de todos os instantes que passamos juntos,
A nos envolver e a nos tirar todo os sinais das horas.
O tempo, esse oco abarrotado de coisas que brotam, crescem, embaralham-se e trocam-se,
Já nos sorri, esse sorriso que filtra todos os desencantos e amarguras.
E não é ácido, é a suma do sumo de todas as nossas experiências, de tudo que vivemos.
Imerso em mistérios, sob o teu obscuro e abafado jeito de ser,
Serás sempre como o desconhecido a ser encontrado amanhã,
Sempre amanhã.
É o crescimento de todos os instantes que passamos juntos,
A nos envolver e a nos tirar todo os sinais das horas.
O tempo, esse oco abarrotado de coisas que brotam, crescem, embaralham-se e trocam-se,
Já nos sorri, esse sorriso que filtra todos os desencantos e amarguras.
E não é ácido, é a suma do sumo de todas as nossas experiências, de tudo que vivemos.
Imerso em mistérios, sob o teu obscuro e abafado jeito de ser,
Serás sempre como o desconhecido a ser encontrado amanhã,
Sempre amanhã.
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